Só tenho hoje!

Santa Terezinha e a rosa

“Minha vida é um brevíssimo segundo, é um só dia que escapa e que me foge.
Tu bem sabes, oh meu Deus, para amar-Te neste mundo, não tenho nada mais que hoje!”

(Santa Terezinha)

Aprendi a amar Santa Terezinha quando ainda adolescente li A história de uma alma.

O que mais me encantou nela foi a sabedoria em discernir que a santidade pode ser alcançada pelos pequeninos, no dia-a-dia. Entenda-se por pequeninos, as almas pequenas.

No nosso cotidiano, um pequeno gesto de amor seria agradável a Deus e, nessa pequena via, conscientes de nossa pequenez e pobreza, seguramente seríamos conduzidos a Deus pela caridade.

 

“Na lavanderia minha companheira de trabalho sacudia a roupa com tanta força que me salpicava o rosto de sabão. Isto me fazia sofrer, porém jamais lhe disse nada a respeito e assim sofria este pequeno sacrifício pelos pecadores.”

Ela compreendeu que o amor englobava todas as vocações, que o Amor era tudo! E que realizando com amor os serviços mais humildes, eles se tornavam grandiosos aos olhos de Deus.

Minha vocação é o amor!

Seu cuidado e zelo com o outro eram tão preciosos que ultrapassaram este mundo.

Ela nos prometeu que passaria o céu fazendo cair uma chuva de rosas sobre a terra. Cada rosa seria sinal da graça de Deus em nossas vidas.

Na minha vida, já foram muitas rosas recebidas.

E hoje, mais uma linda rosa eu recebi no Carmelo e compartilho com vocês, meus amigos, esta graça.

Que esta linda rosa seja um sinal do Amor de Deus em nossas vidas e na vida de toda a nossa família!

Que possamos juntos descobrir que o Amor é a nossa vocação, aprendendo a amar a nossa pequenez e a nossa pobreza.

Peçamos a santa Terezinha, hoje, a graça das virtudes da humildade e obediência para que, colocando amor nos pequeninos afazeres do nosso dia possamos agradar sempre a Deus.

Muitas rosas em sua vida, na vida de seus filhos e de todos os seus familiares!

“A vida é apenas um sonho, em breve nos acordaremos.” (Santa Terezinha)

“A vida é um instante entre duas eternidades.”(Santa Terezinha)