Oh Maria, para mim não era necessário que, em 1854, o Papa Pio IX tivesse proclamado o dogma da tua Imaculada Conceição.

Também não era necessário que, 04 anos depois, em sua aparição em Lourdes, na França, a Senhora tivesse dito que seu nome era “Imaculada Conceição”.

Bastava-me a anunciação do anjo Gabriel para saber essa verdade.

Deus não seria gerado num ventre onde o pecado pudesse ter habitado.

Deus não nasceria na impureza.

Deus não seria amamentado em seios indignos.

Deus não cresceria num lar sem santidade.

O Menino Deus escolheu nascer de ti. Escolheu ser amado por primeiro por teu coração.

Em silêncio, em tua pureza santa, foste a primeira morada do Senhor nesta terra.

Ele quis o teu sim e te preparou para recebê-Lo.

Providenciou que a triste mancha do pecado original, que nos retirou do Paraíso, não te alcançasse.

Ele queria nascer de ti, queria ser obra do teu amor.

E, para isto, precisava que fostes toda pura, pois não poderia ser diferente com aquela que viria a carregá-Lo por nove meses e Dele cuidaria por toda vida.

Refletindo sobre tudo isto, não consigo deixar de admirar mais ainda o Bom José, teu santo esposo, bondoso pai do Menino Deus.

Imagino o coração de José enchendo-se do mais puro amor olhando para ti, carregando o Nosso Senhor.

José, certamente, compreendeu quão pura eras, para que Deus a tivesse escolhido para ser Mãe do Salvador.

Ele também não precisava de nenhuma confirmação de que eras imaculada desde a concepção.

Os fatos já falavam por si.

Olhando nos teus olhos, ouvindo a tua voz, sentindo o Menino Deus mexer-se em teu ventre, tudo isso era suficiente para o Bom José ter certeza da sua conceição imaculada.

E assim, mãe santíssima, desejo te amar, sabendo que em ti o pecado nunca habitou, o mal nunca teve vez.

Sempre fostes de Deus, consagrada desde todo o sempre, desde quando estavas nas entranhas de tua mãe.

E que essa verdade permeie o coração de muitos, assim como habitava no coração de São José.

Que não sejamos ingratos com o Menino Deus por não amar a sua mãe como ela verdadeiramente merece.

Honremos Maria, imaculada, santa, toda pulcra!

3 comentários em “Toda pulcra és Maria!

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